A Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose (REDE-TB) participa da primeira cúpula da Tuberculose, que será realizada em 26 de setembro, em Nova York, à margem da reunião da Assembleia Geral da ONU. Essa é a primeira vez na história da ONU em que chefes e ministros de Estado vão se reunir para definir estratégias globais contra a tuberculose.

 

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Entre os participantes da Reunião, são esperados Chefes de Estado e de Governo, parlamentares, prefeitos e governadores de cidades com altas taxas de Tuberculose, além de representantes da sociedade civil, organizações não-governamentais, lideranças indígenas, organizações comunitárias, fundações filantrópicas, setor privado, academia e redes de pessoas vivendo com TB ou afetadas pela doença. Fazem parte da delegação brasileira, Dr. Julio Croda, presidente da REDE-TB, Dra. Ethel Maciel, vice-presidente, Dr. Afrânio Kritski, ex-presidente e responsável pela interação com o Governo e Relações Internacionais, Margareth Dalcomo responsável pela área de multi droga resistência, e Dr. Ezio Távora dos Santos Filho, coordenador do Projeto de Engajamento Comunitário STREAM, membro da Parceria Brasileira contra a Tuberculose e do Conselho Consultivo da Comunidade Nacional de TB.

 

Para o presidente da REDE-TB, a participação brasileira certamente resultará em um impacto bastante positivo para o Brasil, uma vez que teremos voz junto a esse seleto grupo que vai tomar decisões fundamentais no que tange à tuberculose. “O encontro também será uma oportunidade importante para os países adotarem uma Declaração Política moderna, visionária e pragmática sobre a Tuberculose. Esperamos que a REDE-TB possa contribuir ativamente para o sucesso do processo”, acrescenta Dr. Croda”.

 

Durante o evento devem ser abordados os principais desafios na resposta, incluindo a necessidade de equidade e a garantia de que os grupos vulneráveis tenham acesso aos serviços de Tuberculose, assim como a necessidade de tornar disponíveis o teste e o tratamento nos serviços de atenção primária e a necessidade urgente de mobilização de recursos. Além disso, os líderes se comprometerão a fornecer diagnóstico e tratamento entre 2018 e 2022 a 40 milhões de pessoas com tuberculose, incluindo 3,5 milhões de crianças.

 

Entrevistas entrar em contato:

Rede TB

Assessoria de Comunicação da Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose (ASCOM/REDE-TB)

Telefones: (61) 98106-2066

http://www.redetb.org.br/

 

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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